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Omie levanta R$ 580 mi em rodada liderada pelo SoftBank; objetivo é ser o ‘internet banking’ dos negócios

access_time 04 de Agosto de 2021 • 10:18
A ideia é incluir um “internet banking” dentro do dia a dia das companhias, com tarefas de rotina, como emissão de notas fiscais e controle de fluxo de caixa     Aproveitando a maré cheia das fintechs, a Omie anunciou, nesta terça-feira (3) um aporte de R$580 milhões liderado pelo grupo japonês SoftBank. A startup, que é dona de uma plataforma de gestão empresarial, pretende surfar nas ondas do mesmo mar onde Nubank e Neon digitalizaram as relações bancárias das pessoas físicas, e usar o capital para investir na combinação de serviços financeiros para empresas.   A ideia é incluir um “internet banking” dentro do dia a dia das companhias, com tarefas de rotina, como emissão de notas fiscais e controle de fluxo de caixa. De acordo com o Estadão, a rodada teve a participação da gestora americana Riverwood Capital, que já investia na Omie, e de investidores como Dynamo, VELT, Bogari Capital, Hix Capital e Brasil Capital. Até então, a empresa, fundada em São Paulo, havia recebido R$105 milhões em investimentos, e o valor de mercado após o aporte não foi revelado. **Omie foca em gestão empresarial em nuvem (ERP)** Fundada em 2013, a Omie oferece sua plataforma de gestão empresarial em nuvem (ou ERP, na sigla em inglês) para facilitar a administração de pequenos negócios. O sistema da startup usa a estrutura de nuvem da Amazon e inclui uma camada de tecnologias próprias. Por exemplo, para estabelecimentos comerciais de refeição, como lanchonetes e restaurantes, o software da startup fornece integração de compras e estoques para reposição de produtos e ajuda a manter os impostos dos itens em dia. Já em lojas de atacado e varejo, o sistema também realiza o monitoramento em tempo real das vendas. **União de serviços administrativos e financeiros em uma só plataforma** Um dos diferenciais tecnológicos, segundo Lombardo, é o uso de inteligência artificial (IA) para gestão. “Se existem várias opções de classificação fiscal e de possibilidades de impostos para determinada transação, usamos a IA para determinar o melhor cenário fiscal e as alíquotas e incidências corretas para aquela transação”, explica Marcelo Lombardo, fundador e presidente executivo da Omie, em entrevista ao Estadão. Informações: olhardigital.com.br



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